I love Anos 80

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I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 22/4/2017, 16:42


Tópico para falarmos de tudo sobre essa década tão extraordinária e divertida!
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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 22/4/2017, 16:51


MEU TOP 10 dos grandes hits musicais dos Anos 80:

1° Alphaville: Big in Japan



2° Alphaville: Sounds Like a Melody



3° Alphaville: Forever Young



4° Limahl: Never Ending Story



5° Peter Cetera: Glory of Love



6° Sandra: Maria Magdalena



7° A-Ha: Take on me



8° Michael Jackson: Beat it



9° Europe: The Final Countdown



10° Laura Branigan: Self Control




Agora o TOP 3 de Menções Honrosas, porque é quase impossível fazer um TOP TEN dos hits dos Anos 80:

3° Ray Parker Jr.: Ghostbusters



2° Duran Duran: Save a Prayer



1° Cyndi Lauper: Goonies



Última edição por Alquimista em 4/7/2017, 01:45, editado 1 vez(es)
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Re: I love Anos 80

Mensagem por Gigaview em 13/6/2017, 00:48


Eu adoro o Pet Shop Boys!

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 4/7/2017, 01:47


Está aberta a SESSÃO NOSTALGIA!!!!!!!!!!

Além das músicas, vamos falar também das modas, brinquedos e videogames que marcaram a década de 80!!!!!!!!!!

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 15/7/2017, 01:02

Ploc Monsters





       

Ploc Monsters foram as melhores figurinhas de todos os tempos



Ploc Monsters foi lançado em 1987, sendo uma coleção de figurinhas transfix, aquele tipo de figura que a gente raspa com a unha na parte de trás e o desenho fica na superfície escolhida. Originalmente era composta por 80 figurinhas com desenhos divertidos de monstrinhos, criados por um ótimo desenhista conhecido como Céu D'Elia.

Cada um deles tinha um nome de pessoa, mas devido ao seu gigantesco sucesso de vendas, o número de figurinhas foi ampliado para 128, das quais metade era de figuras com nomes femininos e a outra metade com nomes masculinos, distribuídos da seguinte forma: números ímpares nomes femininos e números pares nomes masculinos.

A empresa dona da marca Ploc na época, mesmo com um comercial de TV, no qual apareciam animações de 2 figurinhas "Karen N.º 27" e "Tiago N.º 52", juntos com várias crianças, não esperava um sucesso tão grande.

Pela primeira vez, depois de muitos correndo atrás de sua principal concorrente, conseguiu ultrapassá-la. Em seu auge, o chiclete com as figuras Ploc Monster atingiu a incrível marca de 74 milhões de unidades vendidas diariamente, isso numa época em que o Brasil tinha mais ou menos 120 milhões de habitantes. Quase não havia uma criança ou adolescente que não mascasse os chicletes Ploc e tivesse o seus cadernos de escola repletos com essas figurinhas, tirando sarro de seus colegas quando achavam monstrinhos engraçados com seus nomes.

Aproveitando a mania de colecionar as figuras “Monsters” a Ploc lançou uma promoção na qual as pessoas juntavam 5 embalagens do chiclete e mandavam para uma caixa postal que eles indicavam pela TV e se recebia em casa um pôster com espaços para transfixar as famosas figuras.

Finalmente, devido a esse golpe de mestre das figurinhas, em meados de 1988 o desenhista Céu D'Elia ganhou o prêmio Top de Marketing daquele ano e a empresa responsável pelo chiclete Ploc lançou as figurinhas Ploc Zoo (1988-1989), também desenhadas por Céu, que era uma coleção de figuras de desenhos de animais que se vestiam e se comportavam como humanos e tinham como nomes os apelidos dos nomes dos monstros do Ploc Monsters de mesmo número como a figura N.º 1 do Ploc Zoo tinha o desenho de uma anta com o nome de Lú, que é o apelido de Luíza, figurinha N.º 1 do Ploc Monster.

Esta coleção teve uma vendagem razoável. Em busca da conquista de mercado que obteve com a venda do Ploc Monsters e que não coseguiu ser mantida com o chicle Ploc Zoo, a empresa proprietária da marca Ploc, lançou o Ploc Monsters 2 (1989-1990), aproveitando o nome que marcou tanto a mente das pessoas, é claro. Esta coleção Monsters era composta também por 128 figurinhas, mas suas criaturas eram totalmente diferentes das do seu antecessor, em vez de nomes humanos os desenhos tinham por nome expressões que as pessoas usavam em seu dia-a-dia e cada um deles era desenhado de acordo com seu nome, por exemplo, o nome da figurinha N.º 8 era Bocó-da-mola, por isso ele tinha suas pernas em forma de mola.

As figurinhas Ploc Monsters 2 eram bem legais, mas devido a uma péssima divulgação, a empresa investiu pouco em propaganda. A maior divulgação acontecia no programa "Xou do Xuxa", onde existia uma brincadeira de quebra-cabeça giratório onde as crianças tinham que posicionar as partes dos desenhos afim de formar 1 dos 8 monstros possíveis e quem formasse uma das figuras primeiro recebia como prêmio uma caixa do chiclete e um brinquedo, por causa disso as vendas não atingiram as metas esperadas e as figurinhas foram retiradas de circulação.

E este foi o fim melancólico da saga Ploc Monsters, sem dúvida nenhuma, as melhores figurinhas de chicletes de todos os tempos.

http://infancia8090.blogspot.com.br/2009/07/quem-lembra-das-figurinhas-ploc.html




Eu tenho uma história muito hilária sobre o Ploc Monsters no melhor estilo Mordecai e Rigby.



Faltava apenas uma figurinha para eu completar o álbum e certo dia, quando estava na casa do meu primo, convidei ele para irmos a um armazém próximo porque eu iria comprar uma caixa inteira de chicletes Ploc Monsters pra ver se assim eu achava a maldita figurinha.
Comprei, voltamos pra casa dele e daí comecei a desembalar cada chiclete à procura da dita cuja. Para não desperdiçar as gomas de mascar, afinal, eu havia gasto uma grana nelas e fiquei com dó de joga-las no lixo, propus que mascássemos todos os chicles, meu primo e eu. Ele se recusou, é claro. Afinal, eu é que havia comprado a caixa. Sobrou para mim então a tarefa de mascar tudo aquilo sozinho. Lembro que havia várias unidades na caixa. Por fim, enchi a boca com todas elas e fiz o maior esforço para mascar!

Conclusão: fiquei com os maxilares doendo durante uma semana e não consegui achar a maldita figurinha!

Só faltou aparecer um buraco negro no céu ou perseguirmos um chiclete gigante com braços e pernas, como no Apenas um Show!

Mas depois acabei encontrando a figurinha e pude finalmente completar meu álbum!


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Re: I love Anos 80

Mensagem por Apocalipse em 15/7/2017, 07:06


Não vivi os anos 80, mas meu irmão sim, e eu adorava brincar com os comandos em ação dele, e também assistir ''caverna do dragão''.

Feliz recordação essa que vc nos trouxe dos álbuns de figurinhas.
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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 15/7/2017, 15:31


Aham! Comandos em Ação!!!!

Saiba tudo sobre os Comandos em Ação (G.I. JOE):




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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 16/7/2017, 00:03


Brinquedos Glasslite:


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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 16/7/2017, 12:51


Master System (Sega):


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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 16/7/2017, 23:15

Frases famosas ditas por alguns personagens Anos 80:


“Você e eu iremos brigar na saída da escola às 3:00 hs no estacionamento, e não há nada que você possa fazer.”
Buddy Revell






''Tchi, tchi, tchi... Ha, ha, ha...''
Jason






''Bibi... Bibi... Bibi...''
Papa-Léguas







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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 18/7/2017, 01:12


Mini Chicletes Adams, o chicletinho colorido dos Anos 80



O Mini-Chiclete Adams também é um dos símbolos da década de 80. E quando falamos em mini-chicletes é porque eram bem pequenos mesmo! Podiam até ser chamados de micro-chicletes, pois eram quadradinhos minúsculos, com revestimento duro e a goma de mascar dentro. Não dava pra colocar apenas um na boca, pois era mais fácil engoli-lo do que mastigá-lo. O lance era colocar vários na boca, mastigar e fazer um chicletão!

Os mini-chicletes vinham em várias cores, o que era mais legal ainda. O sabor era um só, o tutti-frutti normal dos chicletes da época. A propaganda dos mini-chicletes já dizia: "o mini tutti-frutti mais divertido que existe". O envelope tinha o desenho de um garoto ruivo, olhos azuis e um sorriso de orelha a orelha. A parte da boca era transparente e dentro da boca aberta dava pra ver os quadradinhos coloridos.

Um verdadeiro clássico, mas que como várias coisas dos anos 80 causava certa controvérsia. Os quadradinhos eram tão pequenos que era fácil as crianças engasgarem, assim vários pais proibiam os filhos de mascar o mini-chiclete (mas claro que a garotada fazia isso escondido). Outro fato bizarro é que o corante usado para colorir os quadradinhos era usado abundantemente, saindo facilmente na mão.

http://www.anos80.net/guloseimas/chicletes-mini/




O Inventor dos Chicletes

Para quem não sabe, a marca Adams vem do sobrenome do inventor do chiclete, Thomas Adams. Thomas viveu entre 1818 e 1905 e sua principal profissão era fotógrafo. Mas talvez o maior "legado" de Thomas, um inventor nas horas vagas, tenha sido a invenção do chiclete.

Em 1872 ele começou a produzir e vender uma goma de mascar, que foi batizada de chiclete. Thomas morava em Nova York quando foi apresentado a uma exótica goma chamada Tchiclé, cortesia de seu vizinho e amigo, o exilado general mexicano Antonio Lopez de Santa Anna, que havia sido ditador e presidente no México. Os maias extraíam o látex de uma árvore e faziam uma espécie de goma para mastigar. Os maias pronunciavam Tchi-clé (Tchi = boca, clé = movimento).

Os espanhóis no século XVI já haviam relatado que os maias mascavam a goma, para fazer a higiene dos dentes. No Brasil a árvore da planta é conhecida como Sapotizeiro, os nativos maias a chamavam de Zapote (Sapota zapotilla é seu nome científico). Thomas Adams adquiriu uma grande quantidade da goma, mas sua ideia era produzir borracha sintética para fabricar produtos. Tentou fazer máscaras, botes infláveis, pneus e outros produtos, como brinquedos. Porém a goma se provou mole demais e não serviu pra nada.

Thomas já estava quase desistindo e jogando todo o Chicle fora, quando ao passar por uma farmácia escutou uma menina pedindo um tablete de cera parafinada para mascar. Foi quando ele teve a ideia de adoçar a goma e comercializá-la como os maias a usavam, para mascar. Ele ferveu a goma para amolecê-la um pouco mais, adicionou alcaçuz para que a goma ganhasse um sabor mais palatável e acabou inventando o chiclete.

Cortou a goma em pequenos pedaços, os embrulhou em papéis coloridos e foi até a mesma farmácia onde tinha tido a ideia. Os primeiros 200 chicletes acabaram rapidamente e a segunda leva já trouxe um rótulo: “Goma Adams de Nova Iorque – estala e estica” (“Adam’s New York Gum No. 1 — Snapping and Stretching”).



O negócio de Adams começou a crescer, com mais farmácias fazendo pedidos. Ele alugou um pequeno prédio em Jersey e contratou cerca de 30 garotas para embalar os chicletes manualmente. Adams começou a lançar novos produtos, como o Adams Sapota e Adams New York Nº 2, que era um chiclete maior. Começou a contratar gente para vender nas ruas. Logo, a família Adams estava se dedicando integralmente ao negócio.

Mais tarde, Adams substitui o látex de árvore por cera parafinada derivada do petróleo. Conseguiu então desenvolver uma máquina para produzir o chiclete em larga escala, recebendo sua primeira patente em 1871 para começar a produzir em escala industrial. Quatro anos depois nascia a Adams Sons & Company, que daria origem a maior empresa de confeitos do mundo. Em 1884, Adams começou a adicionar sabores a seus chicletes, batizando o produto de Adams Black Jack.

Ao logo dos anos a empresa passou por várias mãos: em 1964 foi comprada pela Warner Lambert, que transformou a ADAMS em sua divisão mundial de Confeitos; em 1999, passou para o domínio da poderosa Pfizer, que comprou a Warner Lambert, e passou a ser responsável pela divisão de Confeitos; e em 2003 foi adquirida pela britânica Cadbury por de US$ 4.2 bilhões, formando a empresa Cadbury Adams. Os produtos Adams são comercializados em mais de 120 países ao redor do mundo, sendo uma das líderes mundiais na produção de chicletes e balas.

Podemos então dizer que nosso hábito de mascar chiclete foi herdado dos maias. Só teve a mão de Thomas Adams para introduzir esse agradável hábito ao mundo sob cores, sabores, e formatos diferentes.

http://www.anos80.net/guloseimas/chicletes-mini/


Adams no Brasil

O chiclete Adams ganhou ainda mais popularidade durante a Segunda Guerra Mundial. Os chicletes eram anunciados como "aliviadores de stress", pois todos viviam em grande tensão. Colou e a marca começou a ser comercializada mundialmente, inclusive aqui no Brasil, onde chegou em 1942 com suas inconfundíveis caixinhas de papelão nos sabores Hortelã e Tutti-fruti.

As caixinhas vinham com duas unidades cada, como é até hoje. Elas eram fabricadas na Av. do Estado, no coração do tradicional bairro paulistano do Cambuci. Logo o chiclete se tornou um verdadeiro ícone, atravessando gerações como um símbolo de atitude e em alguns anos até rebeldia.

Poster Mini ChicletesA Adams continuou crescendo e diversificando sua linha de produtos. Vieram o chiclete Clorets (1952), fabricado com Clorofila e Actizol, cujo marketing era disfarçar o odor de bebidas e cigarros; as pastilhas de menta Certs (1956); o chiclete sem açúcar Trident (1962), conhecido e muito consumido até hoje; a marca de drops Halls comprada pela Adams em 1971), também conhecido e consumido até hoje; os chicletes Freshen-up (1975), primeiro a trazer um recheio líquido e refrescante; o Bubblicious (1977), um chiclete muito mais macio; e o famoso Bubbaloo (lançado no Brasil em 1984), que trazia um novo conceito, era um chiclete bem grande para a época e ainda trazia recheio líquido. Esse era uma delícia!

E então, nossos queridos mini-chicletes apareçeram, lançados na década de 80 aqui no Brasil. A proposta era justamente atrair a criançada, já que vários outros produtos eram voltados para adolescentes e adultos. Tudo, desde a concepção da embalagem até o tamanho diminuto dos chicletes foi direcionado para o público infantil, mas isso não impediu o mini-chiclete de ser consumido por todas as idades.

Uma das propagandas já dizia que era para colocar vários de uma vez na boca. O cartaz mostrava a embalagem dançando e sacudindo, com os chicletes voando para dentro da boca de alguém. Os dizeres complementavam a ideia: "O mini chicletes tem gostinho de tutti frutti. E pra durar mais é só dar um repeteco". Ou seja, um saquinho ia embora rapidinho. Apesar do mini-chiclete ter sido retirado do mercado no final dos anos 80 mesmo, até hoje é lembrado com carinho e estilistas e artistas plásticos usam a icônica embalagem do produto em seus trabalhos.

E você, tem saudade dos Mini-Chicletes?

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Apocalipse em 18/7/2017, 07:02


Anos 80 também é cultura.
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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 20/7/2017, 00:03


''Saúdem Humungus, o Lord Humungus!!! O guerreiro da terra devastada!!!! O aiatolá do Rock and Rolla!!!!!!!''


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Re: I love Anos 80

Mensagem por Apocalipse em 20/7/2017, 07:04


O melhor Mad Max de todos os tempos.
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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 22/7/2017, 01:46


Todo mundo sabe que o Chaves é um ícone dos Anos 80!

Então fiquem por dentro das curiosidades que até agora nunca haviam sido ditas sobre o seriado mexicano que cativou o mundo clicando AQUI!

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 25/7/2017, 01:54


Valisére - Porque o Primeiro Sutiã, elas nunca esquecem!



Comercial criado por Washington Olivetto em 1987. Está entre os 100 melhores comercias de todos os tempos.

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 31/5/2018, 02:31


Como era bom os Anos 80!

Naquela época nossas troladas prediletas eram pelo telefone. A gente reunia a turma e ficávamos horas passando trotes e atormentando as pessoas! Sorte a nossa que ainda não existia o identificador de chamadas.

Lembra disso!?
Nos tempos do trote, a coisa era diferente
Muito tempo atrás, quando os aparelhos de telefone não tinham um dispositivo identificador de chamadas chamado Bina, o grande barato era passar trotes. Quem tem mais de quarenta anos sabe bem o que é trote telefônico.
Era uma brincadeira que deixava os donos de linhas telefônicas irados e com o palavrão na ponta da língua contra a enganação de fundo cômico. E se do outro lado era alguém com voz de idoso, a coisa era ainda mais divertida. Todo mundo sabia quem escolher para deixar alguém nervoso. Era o que lhe restavam: esbravejarem!
O comerciante Donizete Aparecido, do Mercadão, lembra muito bem desta época dos anos 80 em especial. “Eu não passava trote, mas tive sobrinhos que eram uns capetas”, conta ele, rindo das traquinagens dos moleques. “Certa vez ligaram para uma agência de automóveis e perguntaram se ali lavavam Gol. Como a resposta foi afirmativa, os danados logo retrucaram: então, lava o campo inteiro”, gargalhou.
Coisas deste tipo era prazer absoluto para os adolescentes daqueles anos incríveis. O trote chegou a ser considerado uma espécie de rito de passagem para quem tinha entre 13 e 16 anos. Nesta faixa etária, era quase impossível não fazer trote das casas que tinham aparelhos de discar. Havia até turminhas que se reuniam só para inventar trotes sob anonimato.
“Um deles eu me lembro muito bem”, diz o atendente de hotel, Marcinho Lopes:
- “Oi, o senhor tem carro cor de gelo?
-Sim, eu tenho!, respondia a pessoa.
-Então tira ele do sol porque está derretendo”, declarou Lopes, que jura não ter feito trote na vida, mas participava da zoação coletiva.
Os trotes não poupavam a ninguém, em especial do comércio. Os alvos preferidos eram as padarias, os açougues e as funerárias, esta última justamente pelas peculiaridades dos estabelecimentos.
A funcionária Vanessa Cristina, da funerária São Luís, relembra de casos malucos de meninos e meninas que adoravam pedir caixão para anão, para gente famosa e até mesmo para quem ainda não tinha morrido. “Mas com a Bina, isso foi se acabando aos poucos. Fez parte de uma juventude que não existe mais”, afirmou.
O trote cômico não aceitava brincadeiras com coisas sérias, como acionar órgãos de emergência, como o pronto socorro, por exemplo.
Mas ainda assim, hoje em dia, há quem se arrisque a solicitar os serviços da Defesa Civil. O agente Ronaldo Ramos cita que o órgão, de vez em quando, recebe ligações de gente pedindo para apagar fogo no vento ou na caixa d’água. “São ligações feitas a partir dos orelhões para não serem identificados, mas sem nenhuma consequência grave”, observou. “São adolescentes”, garante.
O ruim desta história toda era quando os ‘trolados’ descobriam a fonte dos trotes. Isto acontecia por algumas razões, como o fato de alguém da turma sair espalhando para Deus e o mundo o grande feito. E como os alvos eram pessoas conhecidas da família, ficava fácil identificar o autor do ‘crime’, que pagava sozinho o mico e a bronca.
Além disso, havia sempre alguém que reconhecia a voz do moleque. Daí, quando a noite chegava, a conversa era mais embaixo dentro de casa, justamente com o pai ou com a mãe. O caso era tratado com ares de gravidade absoluta, geralmente com algumas palmadas.
A zoação começou definhar quando a Bina ganhou os lares e o comércio. Inicialmente utilizada para inibir a ação de malfeitores, virou o grande vilão da molecada que passava trotes.
Os anúncios comerciais da época focaram no filão e muitos representantes ganharam dinheiro vendendo o fia da mãe do aparelho que entregava os fazedores de trotes. Sim, os meninos e adolescentes que não voltam mais. Bons tempos daqueles anos incríveis.
https://www.facebook.com/gazetaitapira/posts/1289012957795040


Alguns trotes bacanas que a gente passava:

Vítima: ''Alô?!''
Trollador: ''Por favor, sabe me dizer se tem um fusca verde parado em frente a sua casa?''
O trouxa ia lá conferir...
Vítima: ''Tem não!''
Trollador: ''Então ele já amadureceu!''
E desligava... BIG LOL!


Vítima: ''Pois não?!''
Trollador: ''Por favor, estamos testando a rede elétrica aí do seu bairro. Sabe me dizer se sua televisão está no ar?''
O trouxa ia lá conferir...
Vítima: ''Está sim!''
Trollador: ''Então segura senão ela vai cair.''
Desligava...  MUAHAHAHAHAHAHA!


Trollador: ''Alô! É da papelaria?''
Vítima: ''É sim! O que deseja?''
Trollador: ''Pode anotar um pedido?''
Vítima: ''Posso sim!''
Trollador: ''Mas vai ser grande!''
Vítima: ''Não tem problema, pode falar!''
Trollador: ''Ok! vou querer um caderno brochurão capa dura 96 Folhas, uma caneta esferográfica azul, outra vermelha e outra preta, uma lapiseira 2.0 Faber Castell, um estojo especial Hang Loose, uma mochila da Company, uma cola branca, uma régua de 30 cm, esquadro e transferidor de acrílico, um compasso, um kit completo de lápis-de-cor, outro de tinta guache 12 Cores, um pincel atômico azul, outro verde fosforescente, um caderno de caligrafia, outro de desenho, uma lancheira do Homem-Aranha, uma lupa e um apontador. Anotou tudo?
Vítima (ofegante): ''Sim! Algo mais?''
Trollador: ''E também uma borracha pra apagar tudo o que você escreveu!''
E desligava...  Roll2  


Mas os trotes mais sacanas era quando a gente ligava pra uma loja de material de construção e mandava um caminhão cheio de brita ou de areia despejar o conteúdo no endereço da casa de um amigo.  mal  


E quando a gente apertava o interfone de alguma residência e saía correndo?
Algumas vezes até colocávamos um espinho pra deixar o interfone disparado!

Fala sério! Naquele tempo as troladas eram muito melhores e mais divertidas!
Não tinha os babacas frescos que hoje existem aos montes pela internet!

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Re: I love Anos 80

Mensagem por kbr em 19/9/2018, 19:22


Tem um lugar aonde os anos 80 está de fato congelado. Abadia de Goiás, região metropolitana de Goiânia. Lá enterraram uma quantidade enorme de pertences pessoais das vítimas do acidente radioativo do césio 137 em Goiânia, desde roupas, brinquedos, utensílios domésticos e até veículos dos anos 80, uma verdadeira cápsula do tempo, só que demasiadamente bem vigiada e monitorada.
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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 21/9/2018, 02:56

kbr escreveu:
Tem um lugar aonde os anos 80 está de fato congelado. Abadia de Goiás, região metropolitana de Goiânia. Lá enterraram uma quantidade enorme de pertences pessoais das vítimas do acidente radioativo do césio 137 em Goiânia, desde roupas, brinquedos, utensílios domésticos e até veículos dos anos 80, uma verdadeira cápsula do tempo, só que demasiadamente bem vigiada e monitorada.

Sim, EU já tinha ciência disso!!!

Mas valeu pela postagem! Me fez lembrar de uma boa:

http://mestredoconhecimento.forumeiros.com/t50p500-show-de-burrices-do-clube-cetico#1838

BIG LOL!

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista Hoje à(s) 01:31


O que o Ferrorama da Estrela tem a ver com o Caminho de Santiago?

Ferrorama

Origem: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferrorama

O Ferrorama é um brinquedo produzido pela Manufatura de Brinquedos Estrela, com sucesso de vendas na década de 1980.

O brinquedo consiste em uma ferrovia com uma locomotiva a vapor ou uma locomotiva elétrica ou ambas, dependendo do kit, e vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros. As locomotivas são movidas com duas pilhas.

Séries

O Ferrorama foi produzido em três séries:

Primeira geração (XP100 ao XP600)

XP100



Lançado em 1979. O mais simples, consistia em uma locomotiva a vapor, um tender e vagão de carga. Os trilhos formavam um oval e tinha 2 postes e um sinaleiro sem escada, além de um comando de alavancas (presente em todos os modelos).

XP200



Lançado em 1979, era maior que seu antecessor, tinha mais trilhos além de desvio curto. Possuía 3 postes além de um comando manual de marcha a ré. Tinha como novidade o vagão tanque. No lugar do sinaleiro sem escada, ele já vinha com o sinaleiro com escada.

XP300



Lançado também em 1979, não era muito diferente do XP200, porém vinham mais trilhos e formava uma roda, além de 5 postes,1 comando manual de marcha a ré e os 2 sinaleiros (com escada e sem escada).

XP400



Bastante popular e um dos mais vendidos, trouxe como novidade o vagão de passageiros. Possuía a mesma estrutura dos anteriores (sistema oval), mas com a rampa e a cancela. Tem 4 sinaleiros (2 com escada e 2 sem escada).

XP500



Trouxe como novidade a locomotiva elétrica japonesa ED75. Possui circuito diferenciado.

XP600



No mesmo padrão do anterior, porém a locomotiva vinha com faróis. O circuito é diferente do XP500, um pouco menor que o antecessor.

Na verdade, o xp 600 foi lançado para substituir o xp 500.

Segunda geração (XP1100 a XP1500)





A segunda geração do brinquedo veio em 1984. Em todos os conjuntos desta série as locomotivas possuem faróis e sons de trens reais, exceto o XP1500.

Nos modelos XP1100, XP1200, e XP1500 possuem o mesmo circuito dos modelos da série anterior. Já os do XP1300 e do XP 1400 são diferentes dos seus antecessores.

Terceira geração (SL2000 a SL5000)

A terceira geração dos ferroramas surgiu em 1987 com o modelo SL2000.

SL2000



Diferentemente da série anterior (em que os menores ferroramas eram cargueiros), o SL2000 trazia o circuito do XP200/XP1200, mas um trem de passageiros no lugar de um cargueiro. As cores dos trens também foram alteradas.

SL3000



As mudanças no circuito foi a maior novidade nesse modelo. O trem era o mesmo do XP300 e XP1300 porem com outras cores, mas o circuito era bem diferente. Possui 2 desvios ( um longo a direita e um duplo a esquerda)

SL4000



Esse modelo traz bastante curiosidade em relação aos antecessores (XP400 e XP1400) Ao contrario com a versão SL2000, esse seguiu o caminho inverso ao ser o primeiro ferroama grande cargueiro. O XP400 e XP1400 são passageiros. Possui uma pista ao estilo sistema em 8 (não é um ferrorama oval) mas com uma ponte maior e 2 trilhos passando embaixo (no xp1400 passa apenas um). Ao contrario do XP400/XP1400, possui uma locomotiva elétrica no lugar da locomotiva a vapor, e um vagão com containers, a grande novidade do modelo, no lugar do vagão de passageiros. Possui 2 desvios, um longo a direita e um duplo a esquerda.

SL5000



Esse modelo fecha a terceira geração dos ferroramas clássicos. É o maior ferrorama já fabricado pela estrela, e também o mais procurados pelos fãs do brinquedo. Seu traçado é um oval duplo intercalado. Possui 2 trens, sendo um de passageiros e um cargueiro. Além da rampa possui a ponte (a mesma do XP500,XP600 e XP1500) na cor cinza. Possui um desvio longo a esquerda, (nos ferroramas mais antigos apenas o XP300 e XP1300 possuem esse desvio. O vagão de passageiros possui cores diferentes do modelo SL2000.

Ferrorama Eletrônico

Na década de 1990, a série passou por uma renovação, e os modelos SL4000 e SL5000 ganharam uma estação eletrônica, que reproduzia um som de trem de verdade (apito, sinos, sons de trem etc) quando o trem passava sobre ela. Esses dois ferroramas passaram a se chamar SL4000 Eletrônico e SL5000 Eletrônico.

SL5000 Edição Beto Carreiro



Em 1997 foi lançado uma edição especial do modelo SL5000, o único ainda produzido ate então, nascendo o modelo SL5000 Beto Carreiro. Essa versão era um SL5000, mas com vários cenários do circo do empresário Beto Carreiro. Pouco depois, a serie deixa de ser produzida.

Esses ferroramas clássicos, derivam da versão japonesa chamada Super Rail Black, que possui uma frota grande de locomotivas vagões e trilhos, porém vieram poucas peças para o Brasil em comparação com o original japonês.

Outros ferroramas

Houve em 2007, um modelo comercializado com o nome Ferrorama, mas não era compatível com os da série anterior. Tinha controle remoto, porém os trilhos eram um pouco maiores que os tradicionais.

Ferroramas no Mundo

O Ferrorama original era fabricado pela Japonesa Tomy sob o nome de Super Rail Black, que concedeu a estrela direitos de fabricação. A mesma Tomy exportou para os E.U.A. sua versão americanizada, chamada Switch-a-Rail que possuía 4 modelos de circuito. A empresa espanhola Geyper, também lançou 3 modelos de circuito sob o nome de Geyper Tren Automático, com 2 cores de locomotiva diferente, nos moldes de licenciamento da Brinquedos Estrela.

Existem modelos que não são necessariamente ferroramas, mas existe alguma compatibilidade entre eles.

Tá, mas o que o Ferrorama da Estrela tem a ver com o Caminho de Santiago?

Acessem:

http://mestredoconhecimento.forumeiros.com/t25p25-atracoes-turisticas-interessantes-e-suas-curiosidades#1850

Volta Ferrorama

Origem: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferrorama

A Estrela relançou o Ferrorama em Agosto de 2010. A ideia surgiu diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama. Observando isso, o presidente da Estrela, Carlos Tilkian, lançou um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela com 110 metros de trilhos arrecadados pelos fãs, o brinquedo seria relançado no Brasil. A ação queria testar a fé dos fãs na volta do brinquedo.

Durante a jornada, tudo foi narrado pelo twitter, facebook e orkut, além de vídeos no YouTube e fotos no Flickr, além de um hotsite para centralizar o conteúdo. Eles tinham que substituir as peças do fim e colocar na frente do trilho para que o Ferrorama não parasse. E, mesmo com sol, chuva, vento e outras adversidades, o fãs provaram sua fé e o Ferrorama voltou as lojas em Agosto de 2010. Mas isso não satisfez o público, que esperava o brinquedo ansiosos nas lojas, eles se decepcionaram, pois não era o ferrorama que eles conheceram nos anos 80, era na verdade um trenzinho chinês e após várias reclamações, o primeiro ferrorama (xp-100) foi relançado só que com a carcaça do xp-1100 sem o led de lanterna.

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