Os segredos de Leonardo da Vinci

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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Alquimista em Seg Fev 27, 2017 3:52 am

Epílogo

Apesar de fantástico, não é difícil de entender isso. Vejamos alguns relatos sobre a descomunal força física de Leonardo. Dizem que ele era capaz de dobrar ferraduras e arrancar portas das dobradiças com as próprias mãos. Agora notem que também há estórias semelhantes sobre a força física quase sobrenatural dos Merovíngios e de Godofredo de Bouillon. Coincidências?! Na realidade, isso forma uma corrente que liga Leonardo aos primeiros reis da França que, por sua vez, se ligam com Jesus. Por falar em monarquia francesa, os reis franceses da época de Leonardo eram obcecados por ele. Não é a toa que o artista fez questão de morrer em solo francês ao se mudar para lá no final da sua vida. E sobre aquela famosa e fantasiosa lenda de que ele deu o último suspiro nos braços de Francisco I? Não há dúvidas! Leonardo era mesmo um Merovíngio!
Mas sobre a colossal força dos Merovíngios, de Godofredo e de Leonardo, isso quer dizer que Jesus teve mesmo ''poderes divinos''?
Ora, não seria mais razoável supor que tais relatos são simbólicos e surgiram como um código ou uma alusão para identificar os descendentes de Jesus? Enfim, isso não vem ao caso agora.
Falávamos de Francisco I... E aquele leão mecânico que Leonardo construiu pra entreter este monarca? O leão autômato andava sozinho e, ao chegar perto do rei, o seu peito se abria revelando um compartimento no qual saía um ramalhete de lírios, ou flor-de-lis. Vimos, em outra ocasião, que o artista se representara como um leão, mas sobre um leão que exibe um ramalhete de flores-de-lis saindo do peito, e para o rei da França ainda por cima?! É ou não é uma declaração explícita de que Leonardo tinha procedência merovíngia?! Outra evidência importante é a de que Leonardo, assim como Salai, também se autorretratou numa pintura como o ''Cristo''. Apesar de ser pouco conhecida, essa pintura foi achada recentemente e até então tem sido pouco divulgada. Seu nome é Salvador Mundi. Também existe uma obra que alguns alegam ser de Leonardo e que contém, como o Salvador Mundi, seu autorretrato, o Sudário de Turim.
Realmente existe uma ''teoria'' de que Leonardo inventou a fotografia bem antes desta ser descoberta e que a imagem que aparece no ''Sudário'' foi gerada por ele através de um processo fotográfico. Há sim muitos indícios que suportam tal tese, como provas indeléveis nos cadernos de Leonardo atestando que ele tinha um ótimo conhecimento de substâncias fotossensíveis e da câmera escura. Ademais, Leonardo era especialista em óptica e já foi dito que o artista leu diversos trabalhos de Roger Bacon e Avicena, sendo que estes já tinham falado de todas estas coisas antes, inclusive da fotografia. Enfim, não vamos nos aprofundar tanto nisto agora. Maiores considerações à respeito se encontram no Apêndice do presente estudo. No entanto, gostaria de ressaltar a semelhança que há entre o rosto do Sudário e o de Leonardo. De fato, uma das maiores autoridades em análise forense de traços faciais examinou a imagem da suposta mortalha que cobriu Jesus e o comparou com outra do famoso autorretrato do artista, que coincidentemente está em Turim e na mesma igreja em que o Sudário está, e adivinhem só qual foi o resultado? O perito argumentou que, mesmo em um tribunal, ele diria com certeza que ambas as faces eram de uma única pessoa! Isso pode até ser possível, mas não prova que Leonardo foi um descendente de Jesus. Não ainda! Mas não deixa de ser tentadora tal evidência.

Agora vamos falar um pouco da infância de Leonardo. Se recordam daquele estranho episódio da águia que entrou em seu quarto e ficou batendo com a cauda nos lábios dele? De acordo com o artista, isto aconteceu em seu berço quando ainda era apenas um bebezinho. E, o mais intrigante, foi ele ter falado que aquele parecia ser o seu destino. Até então, isso era incompreensível, mas diante do que vimos anteriormente, fica fácil entender que Leonardo indiretamente nos disse que desde que nasceu já estava comprometido com o segredo de Áquila. O fato da águia ter aberto a boca dele com a cauda para depois ficar batendo em seus lábios significa que Leonardo sofreria punições se, por acaso, “abrisse a boca” para falar da capital de Abruzzo, ou seja, ele deveria manter silêncio em relação a isto. Daí o motivo dele ter escrito que era o seu destino.
Estaria aí uma forte evidência de que Leonardo nasceu predestinado ao enigma do Priorado de Sião?!
Por isso a relação dos pais dele foi tão ambígua, mas é em relação à Caterina que as coisas se complicam ainda mais. Segundo o biógrafo Anônimo Gaddiano, ela “nascera de bom sangue e de origem guelfa”, o que aumenta o problema. Afinal, o que ela foi realmente? Uma camponesa, uma escrava ou uma moça de boa família? E sobre a idade com a qual ela concebeu Leonardo, 22 anos? Não era costume da época que as mulheres da Toscana se “resguardassem” até essa idade. A maioria se comprometia muito cedo, tendo suas núpcias mesmo aos quinze ou dezesseis anos. Além do mais, Leonardo deixa claro que a relação dos seus pais, apesar de ter sido rápida, foi sem dúvida apaixonada. Senão, ele não escreveria isto:

“O homem que pratica o coito com reserva e arrependimento faz crianças irritadas e indignas de confiança. Ao contrário, se o coito se faz com grande amor e grande desejo dos dois, a criança será de grande inteligência e cheia de espírito, vivacidade e graça.”

Não é o que se espera encontrar de um Leonardo cientista, mas pelo menos serve para ilustrar que a relação entre Caterina e Ser Piero não foi algo casual e sem propósito. Com certeza esse relacionamento incomum ocorreu única e exclusivamente para gerar um herdeiro da linhagem sagrada ao juntar dois genuínos troncos de uma grande árvore genealógica que é a dos descendentes de Jesus e Madalena. Em outras palavras, teve que ser assim porque a “pureza” do sangue precisou ser preservada. É claro que Ser Piero e Caterina tiveram outros filhos de relacionamentos com pessoas que nada tinham de sangue Merovíngio. Porém, o trono da França não estaria destinado a nenhum deles, somente para Leonardo, que era o genuíno. Por isso ele foi tão especial! Assim se explica porque o ilegítimo filho de Ser Piero sempre conseguiu ascender rapidamente na sociedade. Mesmo que nunca tenha frequentado uma Universidade, ele esteve nas melhores oficinas e nos melhores empregos junto aos nobres mais poderosos da Europa. Isso explica também os infortúnios e perseguições que sofreu em Florença antes de se mudar para Milão. Daí os Médicis terem enviado Leonardo para a corte de Ludovico Sforza a fim de lhe garantir a segurança. E é aí que entra a prova mais conclusiva de todas. A que demonstra de uma vez por todas que Leonardo também foi um descendente de Jesus. Depois de algum tempo vivendo em Milão, Salai surge do nada para morar com o artista. Entretanto, isso não aconteceu simplesmente porque Leonardo se sentiu na responsabilidade de cuidar do herdeiro do Graal. Isso aconteceu porque Leonardo foi o PAI BIOLÓGICO de Salai.
Alguns de vocês podem já ter percebido esse detalhe quando estudamos a data 1480. Só que vocês ainda não sabem de um fato obscuro que ocorreu com Leonardo nos seus anos de angústia que vão desta data até a partida para Milão. Em um dos seus escritos, ele nos diz que foi preso por ter feito o “Cristo criança”. Os historiadores nunca entenderam este fato. Se a prisão foi concreta, deve ter sido sigilosa, pois não existem registros dela. Mas, levando-se em consideração que isto se sucedeu após o nascimento de Salai, a hipótese mais evidente é a de que Leonardo foi trancafiado por ter gerado o sucessor do Jesus, pois a descrição “Cristo criança” se encaixa perfeitamente à figura de Salai como um bebê. Sobre a prisão, isso reforça ainda mais a teoria de que a mudança para Milão foi uma medida de segurança.
Outro dado convincente são os desabafos paternos de Leonardo sobre as peraltices de Giacomo. Aí é importante abrir um parêntese pra falar de um aspecto psicológico muito importante. Em algum momento vocês devem ter estranhado a equidade feita entre o endiabrado Giacomo e o divino Iniciado. O problema é que, na maioria dos casos, os grandes gênios não são dotados de uma qualidade em reconhecer ou perceber os anseios e os sentimentos dos seres humanos. Foi justamente isso que aconteceu com Leonardo, uma vez que ele não levou em consideração que Giacomo era uma criança como outra qualquer. Muito pelo contrario, Leonardo esperava mesmo era que o menino fosse perfeito como ele foi durante a infância, ainda mais porque era o novo descendente do Graal. A responsabilidade do pequeno Giacomo era enorme, só que, ao invés de se comportar como um verdadeiro príncipe, ele preferiu agir como uma criança, o que é mais do que justo, e qual delas nunca roubou ou teve vontade de roubar moedas para comprar doces? Qual delas nunca comeu demais ou derramou bebida na mesa? Leonardo foi sim um ser frio, incapaz de entender as falhas humanas. Salai pode ter sido seu filho, mas geneticamente não herdou o talento do pai, e isso é normal! É aquela velha história... Pais advogados querem ter filhos advogados. Pais médicos costumam obrigar seus filhos a serem médicos também. E ai da cria que escolhe outro caminho...
Pena que os historiadores não olharam por este prisma e interpretaram mal os desabafos de Leonardo. Por causa disso, Salai entrou para a história como o pervertido e indisciplinado discípulo que só serviu pra dar desgosto ao pobre artista. Porém, os fatos falam mais alto. Salai sempre foi amado e mimado. Ganhava as melhores roupas e os melhores presentes. Ele viveu como um príncipe! Leonardo adorava apresentar o menino vestido como rei para os convidados durante as luxuosas festas que organizava na corte dos Sforza. Como um ser tão evoluído trataria tão bem um malfeitor? Que motivo teria? Por que Salai herdou as obras mais preciosas de Leonardo e não Francesco Melzi? Duvido que algum especialista saiba dar a resposta! Eles não entendem de psicologia, julgaram uma criança como um adulto e ainda caíram no absurdo de dizer que o mestre foi um pederasta. Leonardo odiava sexo. Segundo ele, os órgãos genitais envolvidos na relação sexual são tão feios que, não fosse pela cara e encenação que os participantes fazem durante o ato, toda a raça humana se extinguiria.

Somando-se ao fato de que Giacomo era uma criança, deve-se também considerar que a ele foi imposta uma mudança radical aos dez anos de idade. Afinal, como vocês reagiriam se seus pais os mandassem viver com outra pessoa em plena infância e sem uma explicação aparente? Com certeza isso iria lhes trazer uma certa perturbação, não é mesmo?!
Não deve ter sido nada fácil para o garoto ter aceitado a mudança. Quando nasceu, foi impossível que o seu pai biológico cuidasse dele devido àquelas ameaças e perseguições infames.
O menino foi viver então com uma obscura família bem longe da Toscana e o próprio Leonardo deve tê-la escolhido, já que os nomes dos pais adotivos de Giacomo coincidentemente lembravam muito os dos seus pais. Ao chegar o momento certo, que nesse caso foi o dia de Maria Madalena, o garoto é retirado de seu lar adotivo e passa a viver com o seu verdadeiro genitor. É uma situação clássica que envolve um segredo de identidade. Grande parte de histórias de heróis apresenta o mesmo esquema, a criança é adotada porque é perigoso que sua identidade seja revelada. Em relação a isso, é importante saber que durante muitos anos a família adotiva de Salai extorquiria Leonardo pedindo-lhe dinheiro e exigindo propriedades, e a maneira como eles agiram é severamente chantagiosa. É como se eles lhe dissessem: “ou nos dá o que queremos ou contamos pra todo mundo, inclusive para Giacomo, que você tem um filho e quem é ele! Difícil resistir, não? Leonardo sempre cedeu às exigências dos Caprotti. Por esse motivo Salai nunca desconfiou de quem eram seus pais biológicos, apesar de saber que descendia de Jesus. O máximo que o artista lhe falou foi esta insinuante frase que consta no Códice Atlântico:

“Eu te alimentei com leite, como a um filho.”

Daí a perturbação do efebo!

Não obstante, existe mais uma explicação, a de que Leonardo mais uma vez enganou todo mundo ao colocar falsas informações em seus cadernos de anotações. Digo isto por causa de uma viagem inventada que ele narrou, a que ocorreu na Turquia e sobre a qual ele disse que Salai furtou o próprio Sultão. Porém, hoje está provado que isto é pura fantasia. Daí, pergunto: será que outros relatos de roubos também não seriam pura invenção? Afinal, Leonardo não só foi um grande inventor de máquinas, como também era um talentoso contador de histórias e criador de fábulas. Quem sabe sua motivação não seria a de manchar a reputação do menino de propósito? Caso seus diários caíssem em mãos erradas, quem iria desconfiar daquele ''infame efebo''? Aliás, não foi isso o que aconteceu com todos os estudiosos?
Se isso for verdade, novamente Leonardo conseguiu ser bem sucedido ao ludibriar as pessoas. Ainda bem que ele fez justiça ao expor a verdade em suas obras, mesmo que ocultamente. Ademais, tudo o que ele escreve a respeito das pirralhices do menino não correspondem ao momento nas quais estas aconteceram. As broncas só aparecem nos balanços anuais de contas e despesas. Isso significa que talvez elas tenham sido algo muito bem pensado e planejado, não acham?!
Talvez nunca saibamos. Salai é mesmo um grande mistério!

Por fim, falta apenas o último e mais importante indício, o da aparência física.
De tempos em tempos surge alguém tentando resolver o enigma da identidade da Gioconda, mas todos falharam até agora. Contudo, uma das teorias que tiveram mais êxito é a de que tal obra seria um autorretrato de Leonardo da Vinci. Ainda hoje muitas pessoas acreditam nela, e não é em vão, pois, se Leonardo foi o pai biológico de Salai, é óbvio que os dois possuíram traços físicos em comum. Daí a confusão. Todavia, se vocês fizerem uma comparação entre a Gioconda e o famoso autorretrato de Turim, verão que certas características não se encaixam tão bem quanto à comparação da mesma com a verdadeira Mona Lisa, pois esta sim se enquadra perfeitamente com os traços faciais da obra que está no Louvre. Outra coisa interessante é esta mulher pintada por Giampietrino:



Giampietrino não foi aquele aluno de Leonardo que já estudamos e que também sabia acerca do Priorado de Sião? Correto! O conhecimento da obra de Giampietrino é indispensável para se resolver estas charadas.
A figura em questão é um estudo que Giampietrino fez a partir do suposto apóstolo João da Última Ceia de Leonardo. De fato, foi esta gravura que convenceu o próprio Carlo Pedretti de que havia mesmo uma mulher ao lado de Jesus.
Carlo Pedretti? Uma das autoridades mais incontestáveis sobre Leonardo da Vinci? Ele mesmo. Em 1979, ele já havia falado que o apóstolo João era uma dama. Vejam por quê:







Inacreditável?! Confiram, então, a seguinte comparação pra fecharmos com chave de ouro:



Sem dúvida nenhuma é a mãe de Salai!

A mãe de Salai, que ao mesmo tempo é a mulher que aparece toda hora na obra de Leonardo! Agora tudo ficou claro! Todo o mistério se esvaiu!
As figuras que mais aparecem na obra de Leonardo são parecidas fisicamente e ambas possuem leves traços orientais em comum, já que todas elas descendem de um certo homem que supostamente uma vez viveu na Palestina há dois mil anos. Essa mulher misteriosa deve ter sido a paixão secreta de Leonardo, assim como Caterina foi a de Ser Piero, e com certeza ela também teve sangue Merovíngio.
É uma pena que não sabemos o seu nome. Não há sequer uma única pista a respeito disso. Mas não tem problema, pois sabemos agora que o gênio da Toscana teve uma família!
Querem ver ela reunida?
Então, apresento-lhes pela primeira vez a verdadeira família de Leonardo da Vinci:











Claro que Nicolas Poussin não saberia apenas do segredo de Salai. Com tamanho conhecimento que tinha, ele fez questão de colocar a família que nunca foi conhecida de Leonardo, que são os descendentes de Jesus e Maria Madalena, os protetores do Graal, do túmulo de Jesus e do tesouro de Áquila. E aí está tudo o que precisamos saber! Finalmente, aqui se encerra este estudo! E que melhor jeito poderia acabar?! Pois...

Começamos com os Pastores da Arcádia. Terminamos com os Pastores da Arcádia.

Os três quadros de Saunière se encaixaram como as peças de um quebra-cabeça! Todos eles contam a mesma história! Pastores, Et in Arcadia ego, 17 de Janeiro, Celestino V, enfim... Tudo não passa de alusões sobre a Cidade dos 99, os restos mortais do “Filho de Deus” e a família portadora do Sangue Real.

                                                                    FIM
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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Alquimista em Ter Fev 28, 2017 1:54 am

Apêndice:

Leonardo da Vinci e o Sudário de Turim

O sudário reapareceu em 1357 em poder da viúva de Jean de Charney, neto do templário Geoffroy de Charney, que o exibiu na igreja de Lirey. Não foi dada nenhuma explicação para a sua súbita aparição, nem a sua veneração como relíquia, que foi imediatamente aceite. Henrique de Poitiers, arcebispo de Troyes, apoiado mais tarde pelo rei Carlos VI de França, declarou o sudário como uma impostura e proibiu a sua adoração. A peça conseguiu, no entanto, recolher um número considerável de admiradores que lutaram para manter a sua exibição nas igrejas. Em 1389, o bispo Pierre d’Arcis (sucessor de Henrique) denunciou a suposta relíquia como uma fraude fabricada por um pintor talentoso, numa carta a Clemente VII (em Avinhão). D’Arcis menciona: Até então tenho sido bem sucedido a esconder o pano, e revela ainda que a verdade lhe fora confessada pelo próprio artista, que não é identificado. A carta descreve ainda o sudário com grande precisão. Aparentemente, os conselhos do bispo de Troyes não foram ouvidos visto que Clemente VII declarou a relíquia sagrada e ofereceu indulgências a quem peregrinasse para ver o sudário.
Em 1453, o sudário foi trocado por um castelo (não vendido porque a transação comercial de relíquias é proibida) com o duque Luís de Savóia. A nova aquisição do duque tornou-se na atração principal da recém construída catedral de Chambéry, capital do Ducado de Savóia, de acordo com cronistas contemporâneos, envolvida em veludo carmim e guardada num relicário com pregos de prata e chave de ouro. O sudário foi mais uma vez declarado como relíquia verdadeira pelo Papa Júlio II em 1506.
Fonte: https://www.flickr.com/photos/anselmo_sousa/5315712692/

Considerações:

Em primeiro lugar, sudário é outra coisa. É o pano de Oviedo! Aqui será estudado o Manto (ou a Mortalha) de Turim, que é a denominação correta para o objeto.  

A mortalha que apareceu em 1357 foi reconhecida facilmente como uma fraude. Pierre D'Arcys, seu predecessor, Henrique de Poitiers e o próprio rei Carlos VII chegaram a essa conclusão depois de um estudo sobre a mortalha, ou seja, de que ela era uma falsificação grosseira, uma mera pintura, e sabemos que o ''Sudário'' de Turim não é uma pintura. Portanto, só poderia se tratar de um protótipo mais tosco do pano que conhecemos.
Apesar de falso, o polêmico pano era venerado em 1357. O próprio Papa, que foi obrigado a permitir a exibição do objeto devido às suas ligações estreitas (favoritivismo) com os De Charney, após várias evidências de que a ''relíquia'' era uma pintura, só admitiu que ela fosse exibida com uma única condição, a de ser mostrada apenas como um retrato ou cópia da verdadeira mortalha.
O último proprietário que possuiu o pano antes dele ser vendido para os Savóia foi uma parente dos de Charney, que fez uma exibição na Bélgica. Lá, três membros do clero fizeram um inquérito e chegaram a mesma conclusão de que esta mortalha era uma pintura.
O objeto falso foi trocado por um castelo em 1453 porque o duque de Savóia, que era considerado um governante fraco e muito pio, realmente deve ter acreditado que se tratasse de uma relíquia real. Porém, aí há um detalhe surpreendente, o duque só chegou a exibi-lo uma única vez e depois escondeu o pano por uns bons 40 anos. O manto permaneceu esse tempo todo sem que ninguém tivesse notícias suas e ficou escondido do público. Por que?
A resposta é óbvia! Com certeza o duque deve ter descoberto também que era uma fraude, senão, por que esconderia uma ''relíquia'' que foi trocada por um castelo se isso iria lhe render lucro?
Depois dessas quatro décadas, o famigerado pano surge de novo, mas dessa vez algo supostamente ''miraculoso'' acontece. De repente, todos se maravilharam com este objeto que logo foi visto como uma relíquia inquestionavelmente autêntica, até pelo próprio Papa!
Engraçado é que essa mudança súbita se deu exatamente na época em que Leonardo da Vinci estava no auge e era um artista bem respeitado. Ele também mantinha relações estreitas com a família Savóia e o Papa.
Portanto, é de se supor que Leonardo foi quem criou a sindone. Senão, como explicar que este objeto, enquanto esteve na França em 1357, foi tido como uma falsificação fajuta e do nada se transformasse numa autêntica relíquia, justamente na época e no lugar onde Leonardo trabalhava?! Como explicar tal mudança repentina de atitude? A resposta é óbvia: houve uma substituição de mortalhas, enquanto que a versão mal feita permaneceu escondida na Casa di Savoia.
A família Savóia e o Papa tinham interesses bem claros e específicos para pedir a Leonardo que forjasse uma versão mais aprimorada e convincente do pano, uma vez que esse objeto acabou lhes trazendo poder e prestígio. Afinal de contas, a falsificação de relíquias era algo muito comum e bastante lucrativo nessa época.
O resultado foi a que está em Turim, ''coincidentemente'' no mesmo local onde se encontra o único autorretrato de Leonardo. É por isso que, em 1506, a mortalha foi reconhecida novamente como relíquia verdadeira, uma vez que a de 1357 foi tida como uma fraude descarada.

Evidências:

Vamos analisar algumas evidências que ligam Leonardo ao Manto de Turim. Mas antes, vale lembrar que Leonardo da Vinci pode ser considerado um divisor de águas no que se refere à história da "sagrada" mortalha, pois antes dele o pano foi identificado como uma fraude enquanto que depois tal fato não voltou a ocorrer até a datação do Carbono-14.

Secondo Pia, o advogado que em 1898 foi o responsável por tirar as primeiras fotos da sindone, demonstrou uma característica única e intrigante deste manto, a de que ele se comporta exatamente como um negativo fotográfico durante a revelação das chapas, o que sugere que a sindone poderia ser uma fotografia.
Quem já viu o manto de perto sabe o quanto é difícil identificar uma figura humana lá retratada. A figura parece uma forma difusa, um desenho mal definido. Porém, quando Secondo Pia revelou as chapas, tomou o maior susto, pois de repente, daquela forma difusa, ele conseguiu distinguir uma figura humana com muito mais detalhe e nitidez. Foi como se uma forma bem definida surgisse do nada! Secondo concluiu que tal propriedade única só seria possível se o próprio manto fosse um negativo fotográfico, já que a imagem nítida que ele viu correspondia ao positivo.
O advogado ficou tão assustado com essa experiência que quase deixou cair a chapa no chão. Extasiado pela descoberta, dizem que ele falou estar vendo a face de deus! Por causa disso é que a mortalha ficou famosa mundialmente e começou a intrigar os cientistas.  
A experiência de Pia foi repetida mais vezes, sempre com os mesmo resultados. Não obstante, alguns ''céticos'' com inclinação cristã duvidaram, pois alegaram que, se fosse assim, o homem retratado no manto teria que ter longos cabelos e barbas brancas, e todos sabem que Jesus não tinha longos cabelos e barbas brancas.
Mas existe uma pessoa que tinha longos cabelos e barbas brancas na época em que a sindone foi feita, e o seu nome é Leonardo da Vinci!



Há muitos indícios de que Leonardo da Vinci possa ter sido o inventor de uma forma primitiva de fotografia.
Nos seus cadernos, existem citações e esboços de sua lavra que demonstram que ele estava por dentro do funcionamento da Câmara Escura.
Vale lembrar que Leonardo era especialista em ótica e conhecia profundamente a obra de Roger Bacon, bem como experimentos alquímicos que envolviam a utilização de substâncias fotossensíveis, como o nitrato de prata. Isso tudo consta nos cadernos dele.
Leonardo também conhecia e descobriu técnicas avançadas de pintura que até hoje não foram decifradas e muito menos replicadas. Nesse ponto, ele estava muito à frente de seus contemporâneos. Uma radiografia feita em João Batista revelou que a obra só pode ter sido concebida como uma névoa, pois nenhum rastro de pincelada foi detectado, nem mesmo uma única evidência de técnica de pintura. A mesma situação ocorre também com o anjo do Batismo de Cristo, de Verrochio, que, segundo a lenda, o fez abandonar a pintura após constatar que havia sido superado pelo aluno.

Num documentário sobre o Manto de Turim feito para o programa Decifrando o Passado do History Channel, um pesquisador realizou um experimento numa câmara obscura com o uso de materiais químicos acessíveis na Renascença e o resultado foi que é perfeitamente possível se criar uma imagem igual a da Mortalha de Turim através deste procedimento, o que sustenta a teoria de Leonardo e a torna tão válida quanto qualquer outra.
Inclusive, após o experimento, alguns peritos analisaram lado a lado um retrato de Leonardo e o rosto do manto “sagrado” e o laudo é surpreendentemente positivo!
O documentário também relata outras das teorias mais comuns que pretendem solucionar a sindone, mas no final fica claro que a melhor hipótese que consegue explicar todos os fenômenos e anomalias é a da fotografia primitiva de Leonardo.

Umas das coisas que sempre chamaram a atenção dos estudiosos foram os pregos que estão fixados na região dos pulsos do homem da mortalha. O interessante é que todas as cenas medievais da crucificação exibem os pregos fixados nas palmas das mãos.
É intrigante que muitos médicos alegam que tais representações não correspondem a realidade e que o jeito certo de crucificar uma pessoa seria fixar os pregos justamente no lugar onde o lençol mostra, ou seja, nos pulsos. Não precisa nem dizer que os católicos romanos adoraram tal evidência, mas vamos lá!
Outro detalhe anatômico curiosíssimo é que os polegares do homem do manto estão escondidos nas palmas das mãos e não aparecem na imagem. Ora, isso é justamente o que acontece quando se finca um prego no meio do pulso de alguém. Melhor dizendo, a pressão dos pregos sobre o nervo mediano faz com que os polegares se contraiam para dentro das mãos. Os católicos adoraram mais ainda!
Realmente, seria muito difícil para um artista medieval ter acesso a tais informações anatômicas a fim de criar uma fraude que exibisse tanto conhecimento científico de dissecação e anatomia. Além do mais, as pinturas da época sempre retratavam Jesus crucificado da maneira errada.
Mas será que os católicos já podem cantar vitória?
Sem querer estragar a festa deles (mas já estragando!), existe uma pessoa que viveu na época em que o "sagrado" manto foi inquestionavelmente considerado autêntico e, curiosamente, esta pessoa foi a primeira a estudar cientificamente a dissecação de cadáveres e a anatomia e, inclusive, fez bastantes progressos em tais áreas.
Quem foi essa pessoa? Leonardo da Vinci, é claro!

Em 2015, a polícia romana, após uma edição de imagem na Mortalha de Turim usando computação forense, noticiou como seria a verdadeira face de ''Jesus'' quando criança. Eis o resultado da análise:





Ora, é muito fácil perceber que o rosto não é de um Judeu, mas de um europeu (que possui discretos traços orientais), e de um europeu que lembra bastante algumas pinturas já bem familiares ao nosso estudo, como essas:





Além dessa de Poussin, é claro:



A criança reconstituída pela polícia italiana só reforça ainda mais a hipótese de que foi Leonardo da Vinci quem criou a sindone ao retratar a si mesmo como o legítimo descendente de Jesus. Não é à toa que a imagem dela é bem familiar ao Salai, uma vez que este compartilha traços hereditários em comum com Leonardo justamente por ser seu filho biológico.
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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por MachadoDeAssis em Qua Mar 08, 2017 2:45 pm

Olha muito bom parabéns.


MachadoDeAssis

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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Apocalipse em Qua Mar 29, 2017 1:09 am

Vc fez um ótimo trabalho, alquimista, parabéns!

Apocalipse

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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Alquimista em Qui Mar 30, 2017 6:21 pm


MESTRE agradece a todos pela apreciação!!!!!
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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Alquimista em Ter Abr 04, 2017 4:33 pm

Salai era amante de Leonardo da Vinci?

Essa é a tese defendida pela maioria dos historiadores que não estudaram adequadamente a biografia de Leonardo.

A pederastia era algo bastante corriqueiro na Atenas Clássica e, claro, foi revivida por alguns artistas da Renascença Italiana.
Marsilio Ficino, filósofo renascentista, até cunhou o termo Amor Platônico para se referir a um tipo de atração especial, que podia ser até erótica, entre um homem mais velho (considerado o tutor) e um jovem rapaz (geralmente um menino), ao contrário da crença popular de que o amor platônico simbolizaria um amor ideal, inacessível, entre homem e mulher. Este estaria mais de acordo com o Amor Trovadoresco.

Mas...

Leonardo da Vinci nunca pintou Salai quando este ainda era um menino, como fez Caravaggio com seus mancebos.
Salai, na verdade, era deveras protegido por Leonardo, que tratava o menino com muito luxo e regalias. Mas isso não fazia parte da pederastia. Fora de cogitação! Nenhum tutor pederasta tratava seu mancebo dessa forma.

Era condição sine qua non na pederastia que quando o mancebo crescia e começava a aparecer pelos em sua face, o tutor teria que abandona-lo, substituindo por outro rapaz mais jovem.
Novamente, não foi o caso de Salai, que praticamente viveu com Leonardo até o final da vida do artista.  

Também tem o fato de que mancebos na pederastia nunca herdavam posses ou favores pessoais de seus tutores, já que eram vistos apenas como objetos de adoração estética.
Já Salai, como vimos, herdou metade do vinhedo de Leonardo, bem como suas mais importantes pinturas, e no inventário de seus bens constava que era um homem de posses, que tinha uma rica propriedade e que alguns dos milaneses mais ilustres lhe deviam dinheiro.
Isso, por si só, já exclui totalmente a possibilidade de Leonardo ter sido um pederasta.

Por último, temos também a fama de Salai ser muito mulherengo e que mais tarde acabou se casando com uma jovem chamada Bianca Coldiroli d'Annono, em 1523.

Conclusão: a tese ridícula de que Salai era amante de Leonardo é completamente infundada, desprovida de qualquer embasamento racional!
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Infância e insignificância

Mensagem por MultiVerso em Sex Abr 07, 2017 10:42 pm

A pouca informação acerca da infância de Da Vinci provavelmente decorre do hábito cultural daquela época, no qual crianças eram vistas como meros projetos de adulto mal acabados, vejamos:

Segundo Ariès (1981) "na Idade Média (476-1453), considerava-se a infância como um período caracterizado pela inexperiência, dependência e incapacidade de corresponder a demandas sociais mais complexas".

Conforme se pode ver, crianças eram indivíduos sociais limitados e desinteressantes para a sociedade da época, "as idéias sobre as crianças eram artísticas e no final do século XIII o mundo real não estava preocupado de cuidar da criança que fora modelo na arte" (ARIÈS, 1981 p.58).

Sem o estabelecimento das diferenças entre adulto e criança, restava para ela o aprendizado das tarefas do dia a dia. Para tal, eram criadas por outras famílias, para que morassem, iniciassem suas vidas e, nesse novo ambiente, aprendessem um ofício (ARIÈS, 1981).

De acordo com o estudo citado, o fato que Leonardo teve quase nenhum registro na infância, foi uma normalidade da época. Se crianças eram inexpressivas e meros acessórios artísticos, também teve pouco convívio com a família. Além do mais, suponho que Da Vinci - além de ser criança - ainda tinha a particularidade do relacionamento ilegítimo de sua mãe com o seu pai, o que fez dele nessa fase alguém quase insignificante. É provável que seu convívio se deu mesmo com outras pessoas externas à família.

Segundo  Ariès, 1981) "a passagem da criança pela própria família era muito breve e as comunicações sociais e as trocas afetivas eram realizadas fora do círculo familiar num composto de homens, mulheres, vizinhos, amos e criados, velhos e crianças".

Lanço uma questão! A família Michelangelo pelos menos guardou relatos de seus desenhos na escola, e que se orgulhou dele. Será o descaso com a infância de Da Vinci decorrente de ser filho ilegítimo?

REFERÊNCIA
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2 ed., Rio de Janeiro: Guanabara:
1973.

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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Alquimista em Sab Abr 08, 2017 4:42 pm

MultiVerso escreveu:De acordo com o estudo citado, o fato que Leonardo teve quase nenhum registro na infância, foi uma normalidade da época. Se crianças eram inexpressivas e meros acessórios artísticos, também teve pouco convívio com a família. Além do mais, suponho que Da Vinci - além de ser criança - ainda tinha a particularidade do relacionamento ilegítimo de sua mãe com o seu pai, o que fez dele nessa fase alguém quase insignificante. É provável que seu convívio se deu mesmo com outras pessoas externas à família.

A infância de Leonardo ainda é um grande enigma, bem como a real identidade de sua mãe, Catarina.

Mas o mesmo não pode se dizer em relação a Salai, cuja infância foi muito bem notada e anotada. Se é que as anotações no caderno de registros anuais de Leonardo sejam mesmo verdadeiras, o pequeno Salai foi visto sim como uma NÃO CRIANÇA, cujas travessuras, como roubar para comprar doces ou derramar vinho na mesa (coisas que TODAS crianças já fizeram!), foram duramente repreendidas pelo artista, fato que deixou, infelizmente, Salai maculado aos olhos dos historiadores.

Ainda acerca da infância de Leonardo, sabe-se que ele teve uma relação muito vívida com o tio, que foi uma figura seminal em sua formação artista e científica. Especula-se que Leonardo também tenha sido bastante apegado à mãe.

MultiVerso escreveu:Lanço uma questão! A família Michelangelo pelos menos guardou relatos de seus desenhos na escola, e que se orgulhou dele. Será o descaso com a infância de Da Vinci decorrente de ser filho ilegítimo?

Não é bem assim!

Um documento achado em 1939 prova que o avô de Leonardo registrou com orgulho o nascimento do artista, bem como a cerimônia de batismo.
O pai de Leonardo também teria ficado impressionado com os desenho primorosos da criança prodígio, fato que o levou a visitar o ateliê de Verrocchio a fim de matricular seu filho na famosa oficina florentina.

E, ao que tudo indica, Leonardo parece ter tido uma educação esmerada demais para uma criança considerada ilegítima. Há a possibilidade bem sólida de ele ter sido treinado pelo avô (ou pelo pai) para ser um notário, como veio a demonstrar em suas habilidades juvenis quando trabalhava para os Medici.

Só pra finalizar, em relação ao seu comentário:

Além do mais, suponho que Da Vinci - além de ser criança - ainda tinha a particularidade do relacionamento ilegítimo de sua mãe com o seu pai, o que fez dele nessa fase alguém quase insignificante.

Analise essa alusiva observação de Leonardo e reflita se a relação entre seus pais foi uma mera aventura ou teve um propósito bem definido:

Leonardo da Vinci escreveu:''O homem que pratica o coito com reserva e arrependimento faz crianças irritadas e indignas de confiança. Ao contrário, se o coito se faz com grande amor e grande desejo dos dois, a criança será de grande inteligência e cheia de espírito, vivacidade e graça.”

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Re: Os segredos de Leonardo da Vinci

Mensagem por Gigaview em Seg Jun 12, 2017 6:30 pm


Alquimista, quero te parabenizar pelo brilhante trabalho!

Excelente!

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