A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

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A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 19/2/2017, 03:27

Os gregos perguntaram: por que há seres em vez do nada? Por que as coisas existem? O problema filosófico dos gregos, o que é o ser, é também um problema gramatical.
Notem que para os ocidentais, filhos dos gregos, o principal verbo é o verbo de ligação ser. ''No princípio era o verbo???'' Sim, mas o verbo de ligação SER.
Sem ele não seria possível arguir sobre o Dasein, o Ser-aí.
E para os povos cujos idiomas o verbo ser é inexistente??? Certamente para esses a questão do ''sentido'' não faz o menor sentido. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Então, apesar de umbrático, o problema do Dasein está totalmente atrelado à gramática e à cultura de um determinado povo.

Seres humanos estão divididos entre gente que tem o que fazer e gente que não tem o que fazer.
Uma ótima analogia do ''porquê'' o populacho acredita em divindades:
Quando acontece um acidente automobilístico, um monte de gente que não tem o que fazer se amontoa, como gados, e não sossegam enquanto não souberem a origem do acidente, bem como as fofocas em relação ao mesmo. Já a gente que tem o que fazer nem dá a mínima porque tem mais o que fazer.  HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Aliás, a comparação da gente que não tem o que fazer com gados vem a calhar.
De fato, de todas as criaturas, o gado é o que apresenta comportamento que mais se assemelha ao da gente que não tem o que fazer, que é sempre aquela Maria vai com as outras predisposta a seguir modismos e crendices inventados por outrem. (Aonde a vaca vai, o boi vai atrás... KKKKKKKKKKKKKK...)

Deus existe, mas como ideia. Pura simbologia... do bem ou do mal, dependendo da crença. Conclusão: deus é tão real quanto o papai noel e o bicho-papão.
A ideia de dinindade nada mais é do que fruto da ilusão de causalidade.
O cérebro humano age como um simulador de realidades. Daí a necessidade da questão das origens. Em outras palavras, a mente não sossega enquanto não souber a causa da causa, da causa, da causa, da causa.. até chegar numa CAUSA PRIMEIRA.
Imagine-se na sua sala, vendo o R.R. Soares na TV (KKKKKKK...), tendo como companhia o seu gato doméstico (se não tiver um, pense que tem). Então, de repente, surge uma bolinha de borracha rolando pela sala.
O que o gato faz? Sai correndo atrás da bola para brincar, ou, na pior das hipóteses, simplesmente ignora a bola.  
O que o humano faz? Intrigado, vai investigar de onde a bolinha veio e não sossega enquanto não conseguir descobrir. Se não tiver êxito ou nenhuma explicação para a causa, recorre ao sobrenatural para dar sentido ao surgimento da bolinha (foi deus, foi um espírito...).
Para a mente humana, a bolinha não pode ter surgido do nada. O gato nem liga, mas para o humano isso causa ansiedade, ansiedade essa devida a uma falha de encadeamentos de pensamentos. Pois é preciso que o raciocínio (de onde veio a bola?) se complete para fazer sentido na mente. Caso contrário, isso gera estresse e angústia existencial. (Alguns chamam esse fenômeno de deus das lacunas.)  

Crentes são chamados de... ovelhinhas, que é igual a vaquinhas, que são guiadas por um guia espiritual chamado de... Pastor.  HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...    Não é mero acaso essa conexão. Aquela manada de vaquinhas excitadas pelo dom de formular frases bonitinhas e estórias bem contadas do líder sendo conduzidas pelo chamamento do Pastor (esse mitômanos que codificaram todas as religiões!!!).
Não é a toa que os espertos dizem: ''manipulação das massas''!!!! (Êh, oô, vida de gado...).
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...  


Mas... Respondendo a questão do tópico...

Abaixo estão dois exemplos interessantes que PROVAM que a resposta é NÃO!!!!!

O estranho caso de Kaspar Hauser:

''A linguagem tem, portanto, papel fundamental na estruturação do pensamento e dos nossos processos cognitivos, além de ser a responsável por transcendermos a concretude da realidade. Segundo Wallon (apud Galvão, 2005), é a cultura e a linguagem que fornecem ao pensamento os instrumentos para a sua evolução. Dessa forma, K. Hauser pensava muito concretamente, baseando-se num raciocínio lógico enfatizado no momento presente, não era capaz de abstrair e nem de acreditar no que não continha entendimento objetivo, como por exemplo, a existência de Deus – algo que não parte de uma compreensão concreta.
Quando os clérigos conversam com K. Hauser sobre Deus e o perguntaram se no cativeiro ele pensava em algo que elevasse seu espírito, ele respondeu que não pensava em nada enquanto era cativo e que antes de entender os mistérios da fé ele precisava aprender a ler e escrever para melhor compreender as coisas. No tempo em que estava isolado do ‘mundo’, Kaspar não conhecia a linguagem, portanto, não era capaz de pensar. (BINATTI, 2005)
Podemos entender, então, que linguagem e pensamento são processos psicológicos interligados e atrelados, que não se dissociam, uma vez que a linguagem além de estruturar o pensamento, reflete-o. Atkinson (2000, p. 341) complementa, ainda: “o pensamento pode ser concebido como uma linguagem da mente”.''

Fonte: http://ogazzeta.blogspot.com.br/2013/12/analise-do-filme-o-enigma-de-kaspar.html

''A própria existência de Deus é levada por dois teólogos a Kaspar Hauser, com o objetivo de doutriná-lo. “Já tinha alguma idéia de Deus?”, pergunta um dos teólogos. Ele apenas responde: “No cativeiro eu não pensava em nada, e não consigo imaginar que Deus do nada criou tudo, como vocês me disseram”. Um dos teólogos retruca imediatamente: “Deve admitir o mistério da fé sem procurar entender”. Mas, sabiamente, responde Kaspar Hauser: “Primeiro, preciso aprender a ler e a escrever melhor para compreender o resto”...''
Fonte: http://filosofiacomarte.blogspot.com.br/2009/03/o-enigma-de-kaspar-hauser.html


Os Pirarrãs (Pira nas rãs! rss...):

Uma característica curiosa dessa tribo é o fato de seus membros não acreditarem em nada que eles não possam ver, sentir ou que não possa ser provado ou presenciado. Por esse motivo a tribo não acredita em espírito supremo ou divindade criadora, apenas em espíritos menores que às vezes tomam a forma de coisas no ambiente (devido a experiência pessoal de cada indivíduo), e que a terra e o céu sempre existiram, ninguém os criou. Esforços já foram feitos para convertê-los ao cristianismo, talvez o mais relevante seja o do missionário Daniel Everett que nos anos 70 tentou evangelizar a tribo. Sem sucesso, escreveu um livro em que descreve sua cultura. Segundo ele, os indígenas perderam o interesse em Jesus quando descobriram que Everett nunca o viu de fato. Seu constante contato com este tipo de pensamento acabou transformando Everett em ateu.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pirarr%C3%A3s
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Re: A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 3/3/2017, 03:53

Um dos arJJJJJumentos mais manjados dos crentes para a existência do divino é o do Designer (NADA) Inteligente.
Já analisamos a ''validade'' dessas bobagens filosóficas aqui: http://mestredoconhecimento.forumeiros.com/t9-a-biblia-e-suas-farsas#119

Mas e aquele teorema, o do Macaco Infinito, com os miquinhos (Micos?) lá escrevendo um soneto completo de Shakespeare??!!!!!!

Ora, os crentes arJJJJJumentam que sua proposição é anulada matematicamente, com aquele tal do ''10 elevado à potência 690''.

Macacos me mordam....

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Boa tentativa, mas eles falharam miseravelmente. Pois a ''refutação'' não leva em conta outra proposição prevista pelo Teorema, a de macacos infinitos digitando por infinitos espaços de tempo, além do que a ''refutação'' só é levada a sério em sites cria(N)cionistas e outros com viés cristão... e, como sabemos, os cria(N)cionistas jogam sujo, desvirtuando e manipulando teorias científicas a bel-prazer no vale-tudo das malabarices e... macaquices. KKKKKKKKKKKK...

Sobre a ''refutação'' falhosa, O MESTRE ALQUIMISTA desconfia (se bem que Ele tem quase certeza) que os crentes ignoram a experiência concebida por Jesse Anderson, na qual foi simulado milhões de macaquinhos virtuais que conseguiram reproduzir um poema completo de Shakespeare, provando que, absolutamente, o Teorema do Macaco Infinito ainda é válido. E tomem nota de que a tecnologia computacional utilizada por Anderson deve ser considerada bem inferior à que se terá num futuro próximo (e mesmo assim os macacos conseguiram emular um poema de Shakespeare!).

Mas nem precisamos ir tão longe assim! A própria Gaia já nos deu, também, seus maravilhosos exemplos!
Eis duas estruturas criadas através de processos geológicos naturais que levaram algumas pessoas de pensamento mágico a jurar que só poderiam ter sido obras do homem:

A Estrada de Bimini:




A Calçada dos Gigantes (Irlanda):




A primeira foi tida como obra dos fictícios Atlantes (especulação essa inspirada pelo místico Edgar Cayce) e, a segunda, foi atribuída ao gigante Finn MacCool. E até hoje tem um montão de gente que ainda acredita nessas bobagens!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

A Calçada dos Gigantes, inclusive, chegou até a ser capa de um disco do Led Zeppelin, o Houses of the holy!

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Re: A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 3/3/2017, 04:13

Temos diferentes deuses e, entretanto, ninguém pôde mostrar ao resto do mundo que creem no deus correto e que este é o deus real, se é que existe na realidade. O que me assusta é que somos capazes de matarmos uns aos outros por crer em diferentes deuses. Não podemos provar sua existência, mas continuamos nos matando por ele. Respeito as pessoas que creem em deus, em diferentes deuses, mas acho uma loucura que uma pessoa mate a outra por algo que está em sua própria mente. Ninguém sabe como eles são, ninguém sabe o significado da vida. Eu não sei o que é deus, mas o que eu sei é que eu não vou passar os próximos 20 anos de minha vida a pensar nisso. É uma loucura.

King Diamond.
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Re: A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 3/4/2017, 16:36


A ''existência'' de deuses é uma simbologia, uma ideia humana criada para lidar com o vazio existencial. Aliás, deus está morto!!! Só que esqueceram de enterrar! A religião não está morta, mas a religiosidade, sim. Hoje, deus é uma ideia supérflua, ínfima, que ninguém liga mais, a não ser quando se quer vestir a máscara da hipocrisia social. Pois ninguém mais toma decisões baseadas em deus (estou falando da civilização ocidental, é óbvio). As contas, as prestações, o talão de cheques, as redes sociais, tudo isso substituiu deus. As pessoas hoje montam suas TVs semelhantemente aos altares da antiguidade. Ninguém mais pede pra deus se vale a pena fazer àquela viagem. O bolso é que manda e os produtos de consumo ganharam vida e escravizaram a vida do ser humano, que agora é o produto. Na Idade Média, a arte era sacra e todas as ações eram voltadas para a divindade. Imerso hoje nessa inversão de valores religiosos, o fiel acha que religiosidade é ir ao culto, missa, ou seja lá o que for, uma vez por semana e que isso basta para a auto iludir de que é uma pessoa melhor, mais santa (isso se a ideia por trás não for a de prosperar $$$), quando na verdade ela vive na escória humana o restante do tempo, ah... o precioso tempo, esperdiçado como um tributo às coisas miseráveis. Por isso deus NÃO é tão real quanto todas as ideias subjetivas.
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Re: A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 25/6/2017, 16:58


Por que será que os cristãos tem mania de dizer para todos irem embora com seu deuzim?????

Ora, segundo a FÉ dos cristãos, o seu deuzim não é ONIPRESENTE????????

Então porque eles vivem repetindo igual papagaio:

”Vá com deus!!!!!!!!” ”Vá com deus!!!!!!!!!”???????????

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…

Essa incoerência aí PROVA que todo cristãozim lá no fundim NÃO acredita que seu deuzim seja, de fato, ONIPRESENTE!!!!!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK…

Senão não haveria necessidade de dizer ”Vá com deus!!!!!”. Ora, se realmente acreditassem que o jeoVÁ(com deus) fosse mesmo ONIPRESENTE, logicamente este deveRIA estar em todos os lugares, eliminando assim os motivos para que os cristãos o mandasse acompanhar aqueles que estivessem de partida.

”Vá com deus!!!!!!!!”
”Vá com deus!!!!!!!!”
”Vá com deus!!!!!!!!”

VÁ COM O DEDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



MUAAAAAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…

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Re: A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 11/7/2017, 00:28


Acho que é porque eles querem é se livrar do seu deuzim...

HEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHE..........

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Re: A ideia de divindade é inerente ao ser humano?

Mensagem por Alquimista em 18/7/2017, 15:37


Deuses foram inventados com atributos humanos para se tentar dar sentido à morte e como desejo de controlar as forças da natureza e explicar fenômenos naturais tais como o trovão (Zeus, Tupã), maremotos (Poseidon), ciclo solar (Apolo, Hélio, Faetonte), etc.

Assim os primitivos organizavam rituais bem elaborados para que o defunto não voltasse de sua tumba a fim de assombrar os familiares e realizavam sacrifícios e rezas para que as colheitas seguintes estivessem asseguradas. Tudo era uma vã tentativa de lidar com o que temiam. Porém, a religião nunca conseguiu solucionar os problemas da humanidade e nem logrou oferecer respostas satisfatórias. Só serviu (e ainda serve) para confundir e separar.  

A maioria esmagadora adota uma religião como parte de tradição familiar ou cultural. Outros, por necessidade psicológica (o tal do alívio espiritual), porque são muito fraquinhos para aceitarem a realidade crua e nua.

Religião é mais um mero sistema de controle. Era propriedade de alguns poucos privilegiados (sacerdotes, faraós, imperadores...) que servia apenas para duas coisas: garantir e justificar o poder desses poucos privilegiados e servir como pretexto para manobrar e pacificar as massas trabalhadoras. Assim foi no Egito, onde cuidar da imortalidade da alma do Faraó era sinônimo de manter MAAT, ou seja, sem a crença na vida pós mortem não haveria ordem, justiça e equilíbrio no Egito (daí o temor ao Caos como boa ferramenta de controle). Outro exemplo foi o importante papel que a ICAR teve na pacificação e civilização dos reinos ''bárbaros'' durante a ''idade das trevas''.
Portanto, é bem recente essa coisa do fiel que participa ativamente de sua religião, já que, historicamente, religião sempre foi instrumento exclusivo do poder.

Um exemplo de como os religiosos são facilmente manipulados por aqueles que detém o monopólio da ''verdade'': o Jesus do NT nunca teve a intenção de romper com o judaísmo e tudo o que ele pregava era voltado única e exclusivamente para o povo judeu. O resto (ou qualquer extrapolação disso) é culpa do (inventor) Paulo de Tarso.

Aposto como não te contaram isso, não é mesmo?! A História é narrada pelos vencedores.

Enfim, sempre existiram os que questionam e os que não questionam. Melhor dizendo, os que vivem como vacas, sempre seguindo a manada, e os que tem personalidade forte, que nunca é degradada em prol de um grupo. Esses são os Newtons, os Einsteins, os Da Vincis e... os ALQUIMISTAS. HAHAHAHAHAHAHAHA...  

Mas o fato de que existem pessoas esclarecidas e inteligentes que adota uma religião não dá mérito a esta e nem desmente o argumento de que religiosos são fracos e necessitam de arrimo. Pessoas inteligentes e esclarecidas também se perdem, são iludidas e enganadas, vivenciam momentos de fraqueza, enfim... Pessoas inteligentes e esclarecidas podem muito bem estarem sujeitas às armadilhas da religião e às intempéries da vida, e O ALQUIMISTA está aqui pra isso, para ensiná-las a evoluir.

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