I love Anos 80

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 4/10/2018, 04:50


A (R)Evolução dos Videogames

O videogame é subproduto da tecnologia computadorizada da Guerra Fria.

A história dos videogames teve início em 1961, quando um grupo de estudantes, liderado por Steve Russel, do Massachussets Institute of Technology (MIT) testava pela primeira vez o jogo Spacewar, que havia sido desenvolvido em enorme computador, que custava milhares de dólares e foi o primeiro a utilizar um display visual, o DEC PDP-1.






Esse jogo foi inspirado pelos livros de E.E. Doc.Smith e também pela corrida espacial da Guerra Fria. Esse grupo de estudantes não tinha o intuito de comercializar oficialmente o jogo, até porque o computador que o rodava custava 120.000 dólares na época. Eles tinham vontade apenas de passar algo da ficção científica para outro formato, no caso o jogo Spacewar. O jogo foi finalizado apenas em 1962, e ocupava míseros 2kb.

Já no ano de 1971, foi lançado oficialmente o Odyssey, da Magnavox, o primeiro videogame em série para ser ligado a uma TV.
O cientista alemão Ralph Baer, seu projetista, chegou a criar uma pistola de luz para atirar nos jogos, a primeira do gênero, para o seu Odyssey.
Baer também foi o inventor do Simon (Genius, no Brasil).




O Odyssey da Philips, lançado no Brasil em 1983, na verdade é o Odyssey 2 da Magnavox.




Enquanto isso, Nolan Bushnell adaptava o jogo Spacewar de Steve Russel em uma máquina exclusiva para rodar apenas esse jogo, chamada de Computer Space. Essa máquina foi a precursora das máquinas tipo arcade. Bushnell teve sucesso com a construção e venda dessas máquinas e mais tarde fundou sua própria empresa, a Atari, com um capital de apenas 500 dólares. Para isso, ele recrutou o engenheiro Al Alcorn convencendo-o de que tinha um contrato - na verdade fictício - com a General Eletric. Em 1972, Bushnell pediu a Alcorn que melhorasse um jogo chamado Pong. Alcorn se superou fazendo com que o ângulo de rebote da ''bola'' mudasse dependendo do ponto em que batia na raquete. Foi uma grande inovação.
Para testar o novo Pong, instalaram um protótipo num bar perto da oficina deles. O arcade foi um sucesso. Então Bushnell estabeleceu contato com a Namco, para o jogo ser distribuído no oriente. Assim nascia a indústria do videogame.






Depois veio a versão do Pong para ser jogado em casa, o Pong doméstico, que levava a marca dos Tele-Jogos da Sears. Mais uma vez foi um estrondoso sucesso e a Atari se tornou uma grande companhia.
Em 1977, no Brasil, surgiria o Tele-Jogo da Philco, que nada mais é do que o Pong Nacional. É o videogame mais antigo já lançado no Brasil.



 
A política da Atari de não dar crédito às pessoas envolvidas na criação de jogos, mas apenas para a própria empresa, faz com que, em 1978, surjam os primeiros segredos em jogos. Warren Robinett, criador de Adventure, faz uma sala secreta onde seu nome brilha em cores de arco-íris. Para entrar na sala, o jogador deveria levar um ponto cinza para a tela inicial. Mais tarde, esses segredos e truques se tornaram elementos obrigatórios nos games. Ainda em 1978 dois lançamentos aumentam, ainda mais, a popularidade dos games: Football, da Atari, e o lendário Space Invaders, importado pela Midway e desenvolvido pela Taito que era muito popular no Japão. Esses dois títulos para arcade batem todos os recordes de vendas.
Outro jogo lendário é o grande lançamento do ano: Asteroids.

Sob a liderança de Bushnell, em 1975 os engenheiros da Atari se basearam no sucesso dos arcades e desenvolveram uma ideia que iria revolucionar a indústria de games: cartuchos que continham os mesmos jogos que havia nos fliperamas, mas que se podiam comprar e levar para casa. A Atari desenvolve então o VCS (Video Computer System), mais tarde rebatizado como Atari 2600. Esse é o primeiro console programável com jogos em cartucho da Atari. Entre os títulos, há conversões de jogos para arcade e games criados exclusivamente para o console doméstico. Apesar dos jogos serem inferiores aos arcades, as vendas são um tremendo sucesso. Agora todos podiam jogar em casa clássicos dos fliperamas como Space Invaders, Asteroids e Pac-Man.




Então aconteceu que, no auge da Atari, a companhia foi vendida para a Warner por 28 milhões de dólares, e a partir daí as coisas começam a tomar um rumo mais tenebroso.  

A Actvision é fundada por programadores dissidentes da Atari. Nasce a primeira softhouse terceirizada da história. Não bastasse isso, a nova empresa passa a competir com a antiga anfitriã. Agora, todos os trabalhos recebem créditos individuais e os designers dão palpites para as embalagens e campanhas de marketing de suas criações.
David Crane projeta Pitfall.
Ed Rotberg, da divisão de arcades da Atari, cria o Battlezone, primeiro jogo 3D em primeira pessoa. Trata-se de um desafio de tanque em cenário bélico. Logo depois, o governo americano encomenda uma versão melhorada e a utiliza com propósitos militares.
A Namco lança Pac-Man, o arcade mais famoso de todos os tempos, com mais de 300 mil unidades vendidas em todo o mundo.
A história de sua criação é bastante interessante.
Toru Iwatani, um designer de jogos japoneses, pretendia atrair meninas para a indústria de games, pois até aquele momento os jogos tinham uma temática mais sombria. Ele sabia que no Japão havia uma queda por personagens fofos, infantis e bonitinhos. É a cultura do Anime e do Mangá. Então após uma longa pesquisa, Iwatani percebeu que as garotas japonesas sempre comiam sobremesa após as refeições, daí decidiu que o jogo teria que ter algo a ver com comida, e foi durante um almoço que ele teve a inspiração para criar seu personagem que conquistaria gamers do mundo inteiro: Iwatani pediu uma pizza e, ao cortar um pedaço, lá estava o Pac-Man, e foi a primeira vez que um jogo de videogame introduziria um protagonista.




Enquanto isso, em 1980 a Mattel, fabricante de bonecos da linha He-Man e Barbie, coloca seu console no mercado. Trata-se do Intellivision, que tem os melhores gráficos. Como a Atari, a Mattel era quem melhor produzia jogos para o seu próprio console, mas além de não criar sucessos como os da rival, também não tinha habilidade para negociar com outras empresas de arcade.

No Brasil, com a reserva de mercado, as empresas podiam produzir semelhantes, como o Dynavision, da Dynacom, genérico do Atari que rodava os mesmos cartuchos, porém num preço mais acessível. A CCE também tinha o Supergame e o Turbo Game, que rodavam respectivamente jogos de Atari e NES.





A Sega lança, nos Estados Unidos, o jogo Frogger, da japonesa Konami. Assim como em Freeway, o jogador deve atravessar uma estrada e chegar em segurança no lado oposto. O jogo da Konami, no entanto, é bem mais elaborado. Além da rua, deve-se cruzar um rio, pulando sobre cascos de tartarugas e em tocos de árvores que passam por suas águas.

1983 ficou marcado como o ano negro da história do videogame.
Devido à imensa popularidade dos cartuchos feitos para se jogar em casa, houve uma supervalorização do marketing em detrimento à criatividade e qualidade e o resultado foi uma saturação de jogos ruins no mercado, o que acabou gerando uma crise de confiança e de interesse do consumidor nos jogos domésticos. Num piscar de olhos, o consumidor deixa de se interessar pelas máquinas de jogar e as vendas de consoles caem vertiginosamente. O maior exemplo dessa catástrofe foi o caso do jogo do ET, que foi feito às pressas para ser lançado junto com o filme, e o resultado foi o maior fracasso. O jogo era tão ruim que o próprio Al Alcorn chorou quando o viu. É muito conhecida a história de toneladas de unidades que foram parar no aterro sanitário. Parecia ser o fim da indústria dos videogames domésticos, e, apesar de jogos para PC ainda ser um negócio promissor, não fosse pela imaginação vívida de um artista genial chamado Shigeru Miyamoto, talvez os consoles caseiros entrariam para a história apenas como um mero modismo do início da década de 80.        




Shigeru Miyamoto era um artista sonhador dotado de excepcional imaginação e imensa capacidade criativa para conceber cenários fantásticos. Ele costumava dar longas caminhadas pelas colinas perto de sua residência nas proximidades de Quioto, e era nesses momentos que suas fantasias ganhavam vida. Ele encarava o mundo de uma forma diferente, e o engraçado é que ele nada tinha a ver com computadores ou videogames, não tinha experiência alguma com programação e nunca pensou em trabalhar para uma grande empresa, porém seu pai, que era amigo do presidente de uma empresa centenária chamada Nintendo que fabricava brinquedos e um baralho japonês tradicional - e que recentemente havia se enveredado para a indústria de games devido à febre de jogos de arcade como Space Invaders -, achou que seu filho deveria ter um emprego normal e, depois de mexer alguns pauzinhos, Miyamoto foi contratado para trabalhar na Nintendo.

A Nintendo havia aberto uma filial em Seattle para bater de frente com a Atari e as lojas de jogos estadunidenses. Logo a sucursal americana encomendaria várias unidades de um jogo que fazia muito sucesso no Japão, o Radarscope, esperando que fosse o seu Space Invaders, porém o protótipo não vendeu bem em solo estadunidense. Para resolver o impasse, solicitaram à matriz sediada em Quioto um novo jogo, e é nesse exato momento que entra em cena o gênio criativo de seu mais novo recruta.

Miyamoto aceitou o desafio e começou a frequentar fliperamas para entender do que se tratava o negócio, e depois de uma grande pesquisa ele teve a brilhante ideia de encarar os games como filmes de cinema, ou seja, por que os jogos não poderiam contar estórias, comovendo e estabelecendo uma conexão mais profunda com o público?
Shigeru Miyamoto foi o primeiro no ramo dos games a perceber que as pessoas gostavam de se identificar com uma personagem, com um herói.
Dando asas à sua imaginação, em 1981 ele nos dá o Donkey Kong. O herói do jogo, apelidado de Jumpman, um encanador baixinho, deveria salvar sua namorada Pauline das garras de um gorila raivoso. Estava assim criada a narrativa nos games. A imaginação de Miyamoto era tanta que ele até escreveu a trilha sonora para o jogo.
Sobre o Jumpman, nos Estados Unidos ele seria rebatizado como Mario, pois os funcionários da Nintendo acham o personagem parecido com Mario Segali - dono do galpão usado pela Nintendo em Seattle.

Mario era baixinho porque o herói tinha que caber numa tela, porém seu nariz grandão formava um contraponto perfeito com sua pequena estatura. Usava bigode porque não havia (*)pixels suficientes para desenhar uma boca debaixo daquele nariz. Também tinha chapéu porque era muito difícil para os projetistas da época criar movimento para os cabelos.

(*) Um pixel é formado por padrão RGB (Red, Green, Blue), que possui as cores vermelha, verde e azul, em tons diferentes.




Em 1985 a Nintendo anuncia o lançamento de um console para o mercado americano de jogos domésticos chamado Sistema Nintendo de diversão, cujas iniciais em inglês era NES. No Japão o seu nome era Famicom, que significa “para a família”, mas a Nintendo percebeu que esse nome não pegaria em solo estadunidense porque lá as famílias não jogavam juntas.

O surgimento do NES nos EUA ressuscitou a indústria americana para jogos domésticos e trouxe de volta a credibilidade do público que até então estava deveras abalada. Foi graças às criações de Miyamoto, como Super Mario Bros. e The Legend of Zelda (ambos inspirados em suas fantasias durante os passeios de infância), que essa indústria foi salva do colapso total.    





 
Em 1983 foi anunciado o MSX, que tinha como objetivo ser um padrão no mercado de computadores e também ser uma máquina de entretenimento de baixo custo. Por esse motivo, tornou-se popular e muitos jogos foram produzidos para a plataforma.

Em 1985, foi lançada a segunda versão do MSX, o MSX2, com melhores gráficos e RAM mínima de 64KB. Os jogos eram lançados em cartuchos, mas cópias de programas podiam ser encontradas em fitas cassetes e, depois, em disquetes. Com o aparecimento de jogos maiores que 64KB, os chamados MegaROMs, foram desenvolvidos periféricos específicos para acomodar todos os dados e permitir que as cópias rodassem sem sobressaltos. Foi nesse período que o MSX viu seus melhores jogos e, de longe, a Konami foi a softhouse que mais obteve sucesso na plataforma. Clássicos como Vampire Killer - precursor de Castlevania -, e Metal Gear nasceram no MSX. Outros jogos da Konami que fizeram sucesso incluem Penguin Adventure - o primeiro jogo de Hideo Kojima, que viria a criar Snatcher e os dois Metal Gear para a plataforma, e também os memoráveis Goonies (Konami) e La Abadia del Crimen, genial criação de Paco Menéndez e Juan Delcán baseado no romance O Nome da Rosa, de Umberto Eco.  

        


Em 1986 a Sega também entra no mercado americano com seu console, o Master System, esperando desempenho superior ao do mercado japonês. O console vinha, opcionalmente, com uma pistola e óculos 3D, ambos para poucos jogos, mas não ajudaram a melhorar a imagem do Master System em comparação ao NES. Posteriormente, o console é lançado no Brasil pela Tectoy e, sem a concorrência da Nintendo, acaba se tornando febre.
(Saiba tudo sobre o Master System AQUI.)



O Grupo Tectoy, fundado em 1987, é um marco na indústria de games brasileira. Foi fundada com o objetivo de desenvolver brinquedos de alta tecnologia, tornando-se rapidamente na representante exclusiva da Sega (Empresa japonesa de vídeo games), sendo assim fabricante exclusiva no país de todos os consoles da Sega: Master System, Mega Drive, Game Gear, Saturn e Dreamcast.



Em 1988 um dos maiores sucessos da história dos games é lançado: Tetris, do russo Alexey Pajitnov. Baseado no Pentaminó, um quebra-cabeça tradicional cujas peças eram formadas por 5 quadrados, a versão de Pajitnov era com quatro quadrados, daí o nome Tetris (do grego Tetra = quatro). Embora tenha criado um jogo (inicialmente para testar a capacidade de um computador) que atravessou a cortina de ferro e ficou conhecido mundialmente e que vendeu na casa dos milhões de unidades, até 1996 Pajitnov não viu a cor do dinheiro, sugado pela política comunista. Até hoje, Tetris é inspiração para muitos quebra-cabeças.




Em 1989 a Nintendo lança o Game Boy nos Estados Unidos. O videogame portátil com imagens em preto-e-branco vinha com o cartucho Tetris.

A Sega lança o Mega Drive (Sega Genesis nos Estados Unidos), que vinha acompanhado de Altered Beast.




No Japão, o Super Famicon, Super NES para os brasileiros e americanos, é lançado em 1990. O console de 16 bits da Nintendo, guardadas as devidas proporções, é que mais se parece com os videogames atuais. Acompanhado de Super Mario World, o Super Famicom provocou filas gigantescas diante das lojas especializadas. Nos EUA, a Nintendo briga na justiça com a rede de locadoras Blockbuster e defende a tese de que o aluguel de cartuchos derruba as vendas. Super Famicon (Super Nintendo Entertainment System).




Em 1991 a Sega joga pesado com Sonic the Hedgehog no Mega Drive (um desbunde!) para competir com o novo console da Nintendo. O carismático personagem, que virou mascote da Sega, ganha as capas de muitas revistas.




Por fim, não podemos esquecer o grande Prince of Persia, de Jordan Mechner, lançado em 1990 para MS-DOS.



Foi tido como um avanço na qualidade de animação vista nos jogos eletrônicos. Mechner estudou filmes de seu irmão mais novo, David, correndo e pulando com roupas brancas, para assegurar que todos os movimentos parecessem reais. Também era inovador o fato do protagonista e inimigos lutarem com espadas, ao contrário de armas de fogo ou raios, como outros jogos da época. Após o sucesso inicial, o jogo foi lançado em diversas outras plataformas, como Amiga, Apple Macintosh, NES, Game Boy, Game Gear, Sega Master System, SNES, Mega Drive (Sega Genesis) e Sega CD. O jogo, à primeira vista repetitivo, é surpreendente pelos quebra-cabeças inteligentes e armadilhas mortais. Prince of Persia rendeu diversos outros títulos da mesma franquia, e deu margem para um extenso gênero, que imita a ação e os quebra-cabeças.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Prince_of_Persia_(jogo_eletr%C3%B4nico_de_1989)

Atualmente, o ramo de videogames movimenta uma indústria multibilionária que fatura mais do que Hollywood.  


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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 22/10/2018, 04:10


LUDO



Lembram desse jogo super divertido que fez muito sucesso nos Anos 80?

BORA RECORDAR!

Pode ser jogado com 2 a 4 jogadores.

As regras são as seguintes:

Cada jogador escolhe uma cor. Depois coloca os 4 peões, da cor que escolheu, nos círculos do quadrado com a mesma cor.

Se forem apenas 2 jogadores, cada um pode ficar com 2 cores, num total de 8 peões.
Agora está tudo pronto para começar!

COMO JOGAR:  
Todos jogam o dado. Quem tirar o número maior começa o jogo.
Na sua vez, jogue o dado. Fique na torcida, pois você só poderá sair do quadrado com um dos seus peões se tirar os números 1 ou 6. Quando conseguir, coloque um peão na casa de saída e pare.

OBA! JOGANDO DE NOVO. Toda vez que você tirar o número 6, poderá jogar de novo, mesmo que seja logo na saída.
Quando você parar numa casa ocupada por um peão adversário, azar dele! O peão adversário deverá voltar para seu Campo e esperar até conseguir sair de novo.
Quando você parar numa casa que já tenha outro peão seu, forme o Castelo. Isto é, coloque um peão sobre o outro.

OLHA QUE VANTAGEM! Nenhum adversário pode passar na frente do CASTELO. Quando um adversário tirar um número maior que o número de casas onde está o CASTELO, ele NÃO anda com o peão e espera a próxima rodada.

O CASTELO só pode movimentar-se para atacar outro CASTELO. Se você quiser andar sem atacar, desfaça o CASTELO, e avance um peão de cada vez.

FORA DE PERIGO! Depois de ter dado toda a volta no tabuleiro, o peão entra na faixa de segurança - as casas e o triângulo da sua cor.

Nenhum adversário pode atacar o peão na faixa de segurança.
Para entrar no triângulo da faixa de segurança, você tem que tirar o número exato no dado. Por exemplo: se o seu peão estiver a 3 casas do triângulo e você tirar o número 5, ande as 4 casas para frente (incluindo o triângulo) e volte uma.

QUEM GANHA O JOGO!
O primeiro jogador que conseguir entrar com seus 4 peões no triângulo da sua cor será o vencedor.

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Re: I love Anos 80

Mensagem por Alquimista em 25/10/2018, 03:06


Rambo: First Blood



No filme de 1982, John Rambo é o soldado perfeito, um herói que não mata uma única pessoa durante o filme todo.

Já no livro escrito por David Morrell, publicado dez anos antes, Rambo é um homem renegado e furioso, que perde o controle facilmente, o que acaba provocando a morte de várias pessoas.


''Não existem civis amigáveis.''




No filme, Rambo não morre, mas no livro o boina verde morre no final e quem o mata foi o homem que o criou, o Coronel Samuel Trautman (uma alusão ao Tio Sam).


''No Vietnã eu podia pilotar um avião, dirigir um tanque, comandava equipamentos de um milhão de dólares, mas aqui eu não arrumo emprego nem como manobrista.''


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Re: I love Anos 80

Mensagem por kbr em 26/10/2018, 12:29


Eu me lembro direitinho do dia em que Rambo estreou no Brasil. A Rede Globo ia passar o Rambo 2 e o SBT, que não é bobo nem nada, decidiu estrear o Rambo 1 no mesmo dia e no mesmo horário da emissora global. Optei pela emissora de Silvio Santos e não me arrependo de ter tomado essa decisão.
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